Animação "Rabbit and Deer", de Peter Vacz

Animação “Rabbit and Deer”, de Peter Vacz

Contar histórias é uma arte. É coisa que vem bem de dentro da gente, quase que 100% sentimental. “Quase” porque, mesmo que 90% do processo seja criativo e emocional, pelo menos nos 10% restantes deve existir uma técnica. Ter um bom roteiro em mãos é a melhor forma de garantir que sua história será bem contada.

O roteiro é uma ferramenta que todo bom contador de histórias (seja em texto, em vídeo ou “ao vivo”) tem para não se perder no conteúdo que está externando. Toda mensagem deve ser clara e ter começo, meio e fim bem delineados para que o conteúdo dela seja passado para os receptores de forma alta e clara, sem ruídos ou margens de dúvida.

O roteiro de vídeo

Antes de começar um vídeo, seja ele com participações “reais” ou com animação, é preciso ter a história toda roteirizada. Isso ajuda não só a fazer as animações (caso seja preciso), como também é um bom jeito de medir o tempo do material – o que é bem importante no meio digital, principalmente quando você percebe que a internet está tão corrida que os vídeos longos dificilmente captam a atenção das pessoas.

Além disso, é através do roteiro que a produção está pronta para começar. No caso de vídeos animados, como os nossos, é preciso desenvolver personagens, cenários, procurar locutores… e todas essas etapas só se tornam possíveis depois do roteiro pronto. Mesmo porque não conseguiríamos, nem se quiséssemos, ter certeza do que precisamos usar antes de roteirizar um vídeo.

Outro motivo bem bacana para se priorizar o roteiro é evitar, mais tarde, redundâncias ou conteúdos pobres. Pode acontecer de você estar com pressa, fazer um vídeo (ou texto) correndo, sem nenhum cuidado, e o resultado ser desastroso. Lembre-se: se você quer ter uma boa reputação digital, é preciso ser prático, leve e claro em todos os seus conteúdos. Não existe meio termo na hora de captar – ou não – a audiência das pessoas na internet.

Por fim, se você não fizer um roteiro antes de começar a produção de qualquer conteúdo que queira contar uma história é bem provável que você perca tempo (e dinheiro) no processo de “arrumações” depois de feito. Então não existe nenhuma razão pela qual não optar por essa técnica, que não é difícil de aprender, e pode ser um grande salva vidas para seus próximos conteúdos.

Vamos trocar uma ideia?

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